Como podemos responder à pergunta as superfícies e objectos transmitem o vírus?

Com mais certezas, mas ainda assim muitas dúvidas, mais de um ano depois do aparecimento da epidemia, a dúvida em relação ao contágio e transmissão do coronavírus continuam a ser fonte de inquietação. A possibilidade, ou melhor, a probabilidade de contágio por contacto direto com uma superfície ou objeto é um dos temas mais polémicos.

As superfícies e objectos transmitem o vírus?

A OMS, em  27 de Março 2020, publicou um resumo sobre os modos de transmissão do vírus responsável pela Covid-19 e medidas a ter em conta, no sentido de minimizar a possibilidade de contágio.

De forma explícita, refere-se neste documento da possibilidade de contágio através do contacto com superfícies e ou objetos usados por pessoas infetadas, pelo que seria de capital importância a desinfeção de espaços e materiais.

Muitos estudos depois, sabe-se que o vírus SARS-CoV-2 e/ou partes do seu ARN (ácido ribonucleico) podem manter-se viáveis por períodos que variam entre horas a dias, dependendo do tipo de superfície e das condições temperatura, humidade e arejamento.

A partir destes estudos,  e apesar de não existirem dados concretos que demonstrem que este tipo de transmissão acontece, a OMS assumiu que a possibilidade de contágio, “por toque” em superfícies ou objetos contaminados poderia ser possível, visto que outros coronavírus e vírus respiratórios podem ser transmitidos desta maneira.

Uma vez que o vírus não penetra no organismo humana através da pele, mas sim pela boca, nariz ou olhos,  foi aconselhado que, em simultâneo com a adequada desinfeção dos espaços, fosse dedicada particular atenção à lavagem ou desinfeção regular das mãos.

Mais recentemente novos estudos vieram a público indiciando que, mantendo cuidados de higiene razoáveis, seria pouco provável que este tipo de transmissão seja relevante.

Apesar das evidências científicas surgidas, o coronavírus SARS cov 2  demonstra um enorme grau de imprevisibilidade a que as mais recentes mutações viáveis identificadas, deram mais força.  Por isso mesmo, e porque a prevenção é a melhor forma de minimizar os riscos de infecção, a OMS recomenda a desinfeção das superfícies, nomeadamente se estas são frequentemente utilizadas, como mesas, maçanetas, interruptores, pousa mãos de escadas rolantes, botoneiras de elevadores, etc, etc…

Desinfetar, não é remover germes e lixo. Desinfectar é  inativar ou destruir o material genético do vírus, inviabilizando a sua capacidade infeciosa. Uma desinfeção correta, não deve ser feita a seco, mas sim com água e algum tipo de detergente, ou melhor com um desinfectante específico e aprovado pelas entidades reguladoras que garanta a eliminação dos vírus e mantenha as suas propriedades durante o máximo de tempo possível, após a sua aplicação.

Da mesma forma, lavar cuidadosamente as mãos com água e sabão durante pelo menos 20 segundos é aconselhado sempre que se chega a casa depois de uma saida.

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